Pflex Arquitetura Desobediente

 CASA DE GENTIL RAPOSOS

 

O PFLEX Arquitetura Desobediente  (PFlex – PRJ081: Arquitetura Desobediente)  foi criado em 2016, a partir do pressuposto que desenho, construção e uso são etapas indissociáveis do processo projetual, conectadas de forma não linear e dinâmica.  Proposta e ministrada pela professora Marcela Brandão, essa disciplina é desenvolvida, desde então,  em articulação com o projeto de extensão Artesanias do Comum, a partir de  demandas vindas de grupos parceiros da extensão. 

No que se refere às metodologias de ensino para o desenvolvimento das propostas arquitetônicas,  os alunos devem construir instrumentos de interlocução interativos (maquetes, jogos, mapas e linhas do tempo) a fim de (1) discutir e problematizar demandas junto aos parceiros, (2) mapear recursos materiais e humanos disponíveis, (3) acordar as soluções projetuais. As propostas arquitetônicas desenvolvidas devem ser consistentes em termos técnico-materiais e viáveis no que se refere aos quesitos econômicos. Parte dessas propostas devem ser executadas por meio de atividades práticas desenvolvidas nos laboratórios da Escola e/ou por meio de mutirões com os parceiros.

No primeiro bimestre de 2019/2, a disciplina foi desenvolvida em parceria com a Casa de Gentil.

produção de cartografias e propostas

A Casa de Gentil, localizada na Várzea do Rio em Raposos, atua junto aos moradores na formação e afirmação da cultura local, através de oficinas, eventos e ações, que acontecem ao longo do ano. Essas atividades são desenvolvidas por amigos e voluntários que compartilham seus conhecimentos e interagem com as crianças, adultos, moradores, visitantes e voluntários. O principal público são as crianças e jovens do bairro e do entorno.

Diante de demandas de reforma da sede, a turma de alunos do PFLEX desenvolveu propostas de intervenções arquitetônicas, as quais foram efetivadas por meio de um mutirão, que contou com a participação dos moradores, coordenadores, oficineiros e apoiadores da Casa, estudantes e professores da Escola de Arquitetura.

Todo o processo foi feito com muita interação entre os alunos e os participantes da Casa, inclusive com a construção de maquetes e jogos interativos, a partir dos quais foi possível complexificar as demandas, mapear os recursos e elaborar as propostas.

Processos de aproximação do território.

Dinâmicas interativas, produção de maquetes e multirão.

Produtos finais

alunos

Isabelle Maia

Marco Aurélio Júnior

Pedro Zanatta

Julia Vieira

Luisa Sônego

Stéfane Eduarda